#Situaçõesdavida #13: Sobre ser professora…

tecnologia-educacao-infantilHistórias da vida #13: Uma situação expectativa x realidade!

Uma das grandes situações expectativa x realidade que eu vivo no dia a dia é sobre ser professora de Educação Infantil.

Os pais de aluno tem uma visão, os amigos tem outra visão, e só quem está dentro da profissão, do ofício sabe o que realmente passa uma professora de Educação Infantil.

Frases que eu tenho que ouvir:

-Ah, você trabalha com crianças? Nossa, você deve ter muita paciência!

Essa frase tem um equívoco que só depois que eu fui mãe eu entendo melhor.

As crianças tem um comportamento diferente com os pais, e dependendo do ambiente. Na escola, dentro da rotina é muito mais fácil lidar com os 30 alunos do que com dois filhos em casa o dia todo… sério!

_ Ah, já vai brincar com as crianças?

O Brincar na Educação Infantil é muito importante mesmo, e dentro do contexto da faixa etária dos alunos que eu trabalho estimula muitas habilidades motoras e cognitivas, para  que ele se torne apto a segurar no lápis, desenhar, escrever, ouvir e permanecer atento ao que está acontecendo ao seu redor, ou seja, “brincando” a criança aprende. Não brincamos para matar o tempo, mas temos metas claras para que as crianças desenvolvam aspectos fundamentais para se tornarem alunos nota 10!

_ Nossa, que fácil dar aula para crianças!

Na verdade, não é fácil trabalhar com as crianças. Na faixa etária que eu trabalho, o tempo de concentração para troca de atividades é de no máximo 20 a 25 minutos, ou seja, meu dia de trabalho deve estar todo planejado. São quatro horas divididas de 20 em 20 minutos mais ou menos. As crianças não são todas iguais, tem suas dificuldades, suas especificidades e particularidades. Enfim, ser professora de crianças não é tão fácil assim não.

A realidade de tudo todos concordam: não somos valorizados como deveríamos ser.

A fase da Infância é o período da vida humana que vai te formar como pessoa. Todas as experiências que você teve na infância te faz ser o que você é hoje.

Deveria ter um cuidado especial pelas crianças, pela educação infantil. O  que vivo há 23 anos no serviço público é um pouco diferente das expectativas que poderiam ser positivas.

O professor de educação infantil é o mediador da fase mais importante da vida da criança, quando ela sai de seu âmbito familiar para o mundo.

Quem sabe um dia a realidade da valorização, da formação, do respeito, da parceria, ainda muda não é verdade?

Beijos,

Feliz ano todo!

Renata

#Situaçõesdavida #12 : Por hoje…só amanhã!

Histórias da vida #12: Uma situação constrangedora!

Eu sou a rainha dos “micos”. Tenho muitas histórias de passar por situações constrangedoras porque sou muito “sem filtro” e às vezes a boca fala o que a mente não refletiu antes, e aí vai mais um “mico” para a minha coleção.

A maioria deles não tenho a intenção de compartilhar…rsss… não ia agregar nada…!

Fiquei pensando sobre o que eu poderia escrever e me lembrei de uma situação bem recente.

Mas graças a Deus, eu não fui tão espontânea como costumo ser e a situação pode ser contornada e ninguém saiu tão constrangido assim da situação.

Não estou com coragem de relatar tim tim por tim tim… vocês me perdoam?

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Até amanhã então…

Feliz ano todo!!!

Renata.

#Situaçõesdavida #11: Novela mexicana

Histórias da vida #10: Uma situação “xatiada”!

Esse episódio aconteceu quando eu tinha 14 anos mais ou menos… ou 15… não lembro bem agora…

Essas histórias estão me estimulando uma super memória… relembrar coisas da adolescência exige uma super concentração…rssss….

Eu tinha uma super melhor amiga. Ela sabia de todos os meus “segredos” ( que se resumia ao menino que eu gostava…kkk) e eu achava que sabia de todos os segredos dela também. Sempre estávamos juntas, conversando, passeando, fazendo receitas, brincando, ela ia na minha casa, eu ia na casa dela… enfim… ela era a minha melhor amiga de todas.

 

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Porém, ela me escondia um segredo. Eu descobri sem querer… parece que ela não ia me contar.

Gente, parece enredo de filme, mas foi verdade…

Ela estava namorando com o meu “crush” ( na época esse termo não existia por essas bandas tupiniquins kkk).

Eu estava subindo para a casa dela, que ficava bem próxima da minha, e quando eu virei a esquina eu vi uma coisa que eu não queria nunca ter visto. Ele estava se despedindo dela no portão com um beijo na boca….ahhhh!!! Eu não acreditei…

Eu não sabia se eu descia de volta ou se eu continuava a andar em direção a eles.

Enfim, eu voltei… não contei que eu sabia. E ela também não me contou…

Mas, como éramos da mesma turma, outras pessoas também vieram me contar e eu tive que conviver com isso em alguns finais de semana.

Certa tarde, eu liguei para a casa que ela morava em dias de semana e falei:

_ Sabe, ——-, um dia esse sentimento que eu tenho pelo —— vai passar, eu nem vou lembrar. Mas eu achei que a nossa amizade iria ser para a vida toda. Você preferiu a traição a uma amiga, sendo que você gostava do —— e ficou com o menino que eu gostava. Dele, com certeza eu nem vou lembrar, porque eu sei que isso era coisa de criança… mas de você com certeza eu vou lembrar.

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Muito mexicano, né? Mas era o sentimento que eu tive na época… ela não gostava dele, gostava de outro e quis ficar mesmo assim com ele…

 

A vida como ela é.

Como diria Hermes e Renato ” que trairagem proxeneta”!!!

Feliz ano todo!

Renata

#Situaçõesdavida #10: “Criança diz cada uma”

Histórias da vida #10: Uma situação “criança diz cada uma”!

Como professora de educação infantil tenho muitas e muitas histórias em que as crianças são as protagonistas dizendo alguma pérola inusitada. Como mãe há menos tempo do que sou professora posso também dizer que dou muita risada ouvindo o que eles dizem. É muito divertido ouvir a vida pela versão dos pequenos. Eu tenho esse privilégio todos os dias.

Separei algumas hoje, mas acho que esse tema vai ter parte 2 em breve…rssss!!!

Vou deixar os textos e vocês vão adivinhando que situação eu ouvi: como professora, como mãe, como tia…rssss

 

Continho 1: Lanche na Escola

_ Crianças, hoje o almoço é arroz, feijão, carne e salada.

_ Prô, eu não quero. Quero pizza e  coca-cola.

 

Continho 2: Onipresença

_ Eu criei os filhos para isso? (qualquer situação …)

_ Não foi você que criou o filho, foi Deus!

 

Continho 3: Amor

Depois de ter passado a noite em claro cuidando do filho que passou mal com uma virose de verão, a criança quase adormecendo, mais relaxada, diz:

_ Obrigada mamãe por cuidar tão bem de mim!

Continho 4: Sofrimento

_ Querida, você não pode chorar a toa quando a gente tiver passeando. As pessoas só choram quando tem motivo como dor, alguma doença, entendeu?

_ Entendi.

Quase no final do passeio:

_ Tia, acho que eu tô com febre. Tô com vontade de chorar!

 

Continho 5: Sabedoria

Primeiro dia de aula de uma pequena de 4 anos.

Elogiei seu desenho:

_ Parabéns, está lindo!

_ Viu como eu sei aprender?

Continho 6: Páscoa

Todos sentados em roda para a partilha do chocolate de Páscoa e disse que era um momento de paz, amor e amizade. Disse também que essas coisas ninguém pode tirar da gente. Sermos bons, querer o bem para todos. E conclui:

_ E,  vocês vão sempre se lembrar desse dia.

Uma linda vira para mim e diz:

_ Quando eu crescer vou querer ser professora.

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Depois conto mais!

 

Feliz ano todo!

Renata

#Situaçõesdavida #09: Serenidade é o segredo…

Essa história terei que contar para os meus netos porque vou alertá-los sobre o perigo de confiar totalmente nas águas do mar e também sobre as vantagens de se manter calmo mesmo em momentos de grande tensão. Serenidade conduz a melhores escolhas.

Todo verão viajava com um grupo de amigas que, como eu, são professoras e tirávamos férias juntas. Sempre combinávamos de viajar e neste ano da história fomos para Porto Seguro.

Foi uma semana maravilhosa, com muitos passeios em praias, locais históricos para conhecer, parques aquáticos, cidadezinhas hippies… enfim, muito bom mesmo.

Num desses passeios fomos até uma ilha e iríamos ficar um tempo para almoço, não lembro bem… mas ficaríamos um pouco por ali e depois retornaríamos para a cidade.

Ficamos próximas a água, eu estava sentada molhando os pés, uma colega em pé do meu lado e as outras duas dentro da água, uma boiando deitada e a outra ao lado dela auxiliando. Do nosso lado um barco ancorado, cheio de gente, ouvindo música, comendo e bebendo.

De repente, muito de repente, a maré encheu, a colega que estava boiando, não sabia nadar, desequilibrou e começou a afundar e ser puxada pela maré, a colega que estava ao lado dela auxiliando ficou ali tentando puxar e já estava sendo levada também pela força da maré. A menina que estava do meu lado falou que ia para lá puxar as duas que estavam se afogando.

O engraçado é que tudo isso que eu estou contando durou uns 15 ou 20 segundo no máximo, e observem que ninguém do barco ancorado percebeu o que estava acontecendo ao lado deles…

Eu levantei e disse para a minha colega que se ela fosse ela também seria puxada. Finquei o pé na areia bem forte, estiquei o braço e falei para ela me dar a mão e também estender a mão para a moça que auxiliava a que boiava e ela estendeu também, segurou bem forte na mão da menina que estava boiando inicialmente e puxamos. Dessa forma, o que seria uma tragédia com quatro pessoas arrastadas pela correnteza do mar virou um super salvamento de quatro vidas.

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imagem ilustrativa (acervo pessoal).

Tive que pensar rápido, com frieza. Não dava tempo de errar. Em primeiro lugar agradeço a Deus pela vida das minhas amigas, pela minha vida também. Agir no ímpeto nem sempre dá certo, temos que vislumbrar as consequências.

Saímos da água e ficamos quietas, olhando umas para as outras. Ninguém tinha coragem de falar o que quase aconteceu.

Já no ônibus, a primeira colega que ia se afogando, virou para gente e disse:

_ Ninguém conta nada para minha mãe.

#Dia #09: para contar para os netos

Feliz ano novo sempre!!! Gratidão pela vida!

Renata

#Situaçõesdavida #08: Ser mãe

Olá a todos! Mais um texto sobre situações da vida, espero que vocês estejam gostando.

Sobre o texto de ontem, o vídeo não subiu com o texto, quando visualizei para subir estava normal. Não entendi… mas por favor, se vocês tiverem interesse em ver o vídeo eu postei na página do blog no Facebook. É só entrar lá e dar uma olhada… é muito interessante e mostra o ponto exato que a gente cortava a rodovia a pé.

Porém, a situação hoje é sobre um momento inesquecível!

Hoje eu não poderia deixar de mencionar o dia, aliás, as duas situações mais inesquecíveis que experimentei e continuo vivenciando.

O nascimento dos meus dois filhos!

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Sem parecer clichê, esse momento marcou para sempre a minha vida em antes e depois.

Antes dos filhos, a vida era mais previsível, rotineira e calma.

Depois dos filhos, a vida me tornou mais forte, um pouco menos calma e cheia de amor incondicional sem obstáculos.

Agradeço muito a Deus por ter me proporcionado esses dois momentos tão maravilhosos na minha vida. Um verdadeiro presente.

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Feliz ano todo!

Renata

#Situaçõesdavida #07: #Sobrevivi aos anos 80

Fiquei pensando em muitas situações de aventura que eu passei, e que daria para escrever sobre elas, mas tudo se resumiu em uma expressão: “Sobrevivi aos anos 80!”.

Acho que as pessoas que nasceram entre os anos 70 e 80 vão me compreender pois nessa época as  crianças eram  muito livres, leves e soltas! Não tinham tanta supervisão e a segurança estava por conta de Deus mesmo.

Eu separei para relatar dentre tantas coisas que eu pensei em escrever (são muitas mesmo…kkkk) uma situação bem aventureira, além da conta.

Todos vocês já ouviram falar na Rodovia Anchieta que atravessa a cidade de São Bernardo e vai até o litoral, né?

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Pois eu morava bem próxima da rodovia quando era adolescente e todas as festas legais ficavam do outro lado da Anchieta, porém atravessar a rodovia pela passarela era um pouco complicado pois muitas vezes os ladrões se escondiam lá e “tínhamos medo” de passar por lá. Então sabe o que fazíamos?

Sim, caros leitores, atravessávamos pela rodovia a pé. Sem sinalização, sem faixa de pedestres, sem nada, na raça mesmo…

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Eram quatro faixas da marginal (como ainda são) indo para o litoral e mais quatro faixas voltando, a via expressa no meio,  e um  gramado e um cercado separando cada estrada.

Atravessávamos na corrida, com carro vindo mesmo.

Este vídeo rolando no Facebook  mostra direitinho como a gente fazia, a noite ou de dia… tem um moço no meio dos carros, percebam que ele não tem medo não…kkk , no ano de 1988 fazendo isso que eu estou relatando para vocês.

Espero que tenham gostado dessa aventura! Não façam igual amiguinhos!

Feliz ano todo!

Renata aventureira.

#Situaçõesdavida #06: Marchando em frente!

Nasci em uma família evangélica, ou seja, em um berço evangélico. Fui sempre a igreja com minha mãe, ou na casa dos meus avós, sempre estava lá também. Quando criança gostava muito de ir, porque tinha escola dominical para as crianças, tinha lanchinho, história, música, presentes, passeios, tudo que as crianças gostam!

Mas quando cresci um pouco, fiquei meio arredia com igreja, porque vocês sabem que adolescentes gostam de andar em bando e meus amigos da escola, do bairro não eram da minha igreja… E nessa época que estou contando “os crentes” eram apontados na rua, tiravam sarro, riam, de nós… e eu não queria ser motivo de chacota. Não entendia realmente o amor de Deus por mim que foi maior que tudo isso. Porque todos ficávamos em castas separadas, ninguém se misturava.

Para exemplificar, lembro de uma vez quando minha tia (que era da minha idade também), minha irmã e eu estávamos andando para igreja, num domingo de manhã uns meninos andando e rindo atrás da gente, porque estávamos levando a Bíblia, ai a gente escondeu a Bíblia debaixo da blusa até chegar na igreja.

Enfim… era assim que éramos tratados.

Hoje em dia não é mais assim, mas até chegar a sermos respeitados por andar com a Bíblia, ou ter cabelo comprido, ou andar de saia, ou o que for, não foi um caminho fácil.

Quando eu realmente entendi o amor de Deus por mim e pela minha vontade aceitei viver na presença dele, acabou a vergonha de ser o que sou!

E na primeira marcha para Jesus, em São Paulo, acho que a primeira marcha do Brasil por Jesus, eu estava lá!

Para saber mais do evento Marcha para Jesus clique AQUI !!!

 

Choveu, choveu muito! Fez muito frio! Nunca senti tanto frio na minha vida toda! Fiquei toda molhada!! Mas estava lá com muita alegria com muitas e muitas pessoas da mesma fé que eu!

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Fonte: Google Imagem – imagem ilustrativa, porque no dia que eu fui a concentração foi no parque Ibirapuera e estava frio, chovendo muito. Não costumávamos tirar fotos em eventos…

Esse dia marcou toda uma geração que não precisava mais se envergonhar, que entendia o seu lugar no coração de Deus. Que podia andar com a Bíblia do tamanho que fosse no braço.

Feliz ano todo!

#dia06: situação histórica

Renata loves Jesus!

#Situaçõesdavida #05: Por onde for, quero ser seu par!

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Fonte: Túnel do tempo…kkkk!!!

A primeira vez que eu vi o Marcos foi em decorrência de um primeiro encontro virtual. Ele sempre diz que é muito improvável acontecer um encontro como o nosso (em que os dois se gostam, namoram, noivam, casam e formam uma família), que a porcentagem é bem baixa e esses termos matemáticos para atestar o quão difícil é que isso aconteça.

Porém, aconteceu conosco.

Conheci o meu marido pela internet, trocamos o número de ICQ (vocês sabem o que é?) e depois começamos a conversar por telefone.

Quando sentimos que tínhamos algumas coisas em comum marcamos de nos ver pessoalmente, porque o olho no olho ainda é fundamental, mesmo em tempo tecnológicos, não é mesmo?

Passamos bons e maus momentos esse tempo todo. São praticamente 14 anos juntos, sendo que no  ano que vem faremos 12 anos de casados. Todo relacionamento é complexo, não é mesmo? Inclusive no nosso convite de casamento eu coloquei o versículo da Bíblia em Filipenses 1.6 que diz: “Aquele que começou a boa obra é fiel para completá-la.” E, sim, vivemos cada dia como um dia em que é possível recuperar o tempo perdido, perdoar, relevar, esquecer e contemplar o futuro que Deus nos reserva.

Mas tem uma frase que o Marcos disse no começo do namoro que eu sempre lembro e acho romântico:

_ Agora onde você for eu vou estar com você!!

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Feliz ano todo! Todo dia!

Renata

#Situaçõesdavida #04: Vigiai e orai!

Recentemente passei por uma experiência realmente assustadora, que nunca havia passado na vida.

Aguentei firme e ficava pensando que ia dar tudo certo, porque eu não sabia explicar o que eu estava sentindo, e achei que apesar de estar passando mal fisicamente não era questão médica porque não sabia explicar em palavras o que eu estava passando.

Não doía em lugar nenhum. A sensação era que eu estava fora do meu corpo e ouvia a minha voz quando eu falava, sentia que cada passo que eu dava era como se eu estivesse na Lua, tudo era muito lento e redondo. Não conseguia lembrar das coisas imediatamente, tinha que ficar pensando um pouco.

Senti algo na nuca, mas não era exatamente uma dor.

Apesar de todos esses sintomas, levei os filhos na escola, fui trabalhar, voltei, peguei a filha, ainda me arrumei e sai de novo para ir numa festa surpresa, que na verdade não era naquele dia…rsss… mas o que eu pensava o tempo todo: “ Ai meu Deus, eu vou morrer…!!! Eu to sentindo…”

Como a festa não era naquele dia, mas fiquem tranquilos, não estraguei a surpresa…rssss…eu não conseguia lembrar o número do telefone do Marcos para ele ir me pegar no local. Daí eu fiquei tensa, e parecia que ia desmaiar.

Foi um sufoco. Consegui lembrar. Ele foi me buscar e no caminho para a nossa casa eu disse: Marcos, me leva no pronto socorro? Ele levou o maior susto, não entendendo nada…

Isso era umas sete e meia, oito horas da noite… Eu tinha aguentado o dia todo até aquela hora… Resolvemos deixar os filhos na minha mãe e fomos para o pronto socorro.

Mediram a pressão, se tinha febre, fizeram exames de sangue, perguntaram o que eu sentia… eu não soube explicar… Mas Deus é tão bom, que mesmo numa emergência de hospital quase meia noite, não me abandonou.

Fez o médico me receitar um remédio (não vou citar o nome) certinho com o que eu estava sentindo e que me deu a dica para ir ao especialista exato para o que eu estava sentindo.

Resumo da história: eu não ia morrer naquele dia.

Foi assustador. Mas o que eu tenho é Labirintite. Fiz o tratamento, fiz os exames e agora está tudo sob controle.

Nunca pensei em passar por uma situação tão assustadora assim.

Estou ainda fazendo exames para o motivo da labirintite. Mas posso dizer que estou muito bem em relação ao que senti no fatídico dia da crise.

E você, caro leitor, cara leitora, já passou por uma situação realmente assustadora? Me conta!

Feliz ano todo!!

Renata

dia 04: situação assustadora