#Situaçõesdavida #03: Globalização ambulante

Muitas pessoas tem um dom, uma habilidade, algo que a diferencie.

Eu tenho “imã para encontrar pessoas conhecidas” nos lugares que eu vou!

Eu até brinco que não posso andar por lugares escusos pois alguém pode até me reconhecer por lá e não seria uma boa ideia…rsss!

Como moro a vida toda na mesma cidade, é muito fácil reconhecer pessoas e frequentar os mesmos lugares. A cidade apesar de ser grande ( mais de 800.000 moradores), e ter muitos pontos turísticos, shoppings, parques e centro comercial, sobre encontrar pessoas nesses lugares turísticos da cidade eu nem vou falar, porque é o que mais acontece…rsss, o Marcos, até fala que eu pareço vereadora, rssss… mas o meu diferencial é que não é só na minha cidade que eu encontro pessoas conhecidas.

Já encontrei pessoas conhecidas nos lugares mais diferentes que você possa imaginar:  em feiras de artesanato em cidades como Embu das Artes e Santana do Parnaíba, aeroportos, em viagens para o Nordeste, como em Natal (RN), nas ilhas de Maragogi no meio do Oceano Atlântico (inclusive eu registrei essa imagem em foto pois foi por demais inusitado), nas praias do litoral de São Paulo, dentro de um  hospital enorme como o Hospital do Servidor em São Paulo. Teve até um casal que conheci em uma viagem para Fortaleza e que reencontrei na minha lua de mel em Natal, acreditam? Eles lembraram de mim e foi um bom reencontro.

Como vocês podem ver eu sou uma Globalização ambulante! Tenho esse diferencial na minha vida…

Cuidado, você meu leitor aqui do blog, ou que me segue no Twitter ou no Instagram, você pode ser o próximo que eu vou encontrar…kkkk!!!

No Twitter e no Instagram: @papirusca

Feliz ano todo!!

Renata

 

dicas-encontros-online

 

#Situaçõesdavida #02: Saudades…

Histórias da vida #02: Uma situação Triste!

 

“Aquele que nunca viu a tristeza, nunca reconhecerá a alegria.”

Khalil Gibran

 

Das situações tristes da vida, a pior são as que tem a ver com a morte, na minha opinião, porque não podemos fazer nada em relação a morte. É um fato do ciclo da vida, que não estamos nunca preparados para passar.

Acho sim, que temos situações tristes que ultrapassam a barreira da morte e que é duro conviver com a realidade daquela situação, mas o sopro da vida ainda é um milagre magnífico.

Perder um familiar, um amigo, um conhecido é triste demais. Mas perder a “vó” que aninhava a família, que fazia comidinhas gostosas, que me perguntou uma vez sobre a internet (na época dos chats de conversa da UOL, quem lembra?) como é que eu conhecia as pessoas…kkkk!!!, que me conheceu bebezinha, menina, mocinha e adulta, conheceu meu marido e meus filhos, era a bisa dos meus filhos. Quando um dia eu cheguei triste, chorando do meu serviço, ela me consolou. Me ensinou o que significa: “ viu a vó pela greta” … você sabe? Fazia purê de batata para mim, porque sabia que era a comida que eu mais gostava… me levava para igreja quando eu era pequena. Que falava assim da Mari (pois já não estava escutando muito bem nos últimos tempos): A Mari é quietinha né? E a menina se esguelando ao lado…kkkk!!!

Perder a “vó” é uma situação triste, mais ainda quando ela mora longe e você não pôde ir até o velório.

Acredito na vida após a morte. Acredito que hoje ela está melhor do que quando ela estava por aqui nos seus últimos meses de vida, pois estava muito doentinha.

Mas, a lembrança de toda a vida faz a gente ficar triste quando recorda.

Espero que todos aproveitem a convivência com as pessoas que amam, porque somos todos seres que deixam histórias para contar. Que sejam histórias que marquem positivamente!

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Feliz ano todo! Sempre e apesar de tudo!

Renata

#Situaçõesdavida 01: Olha o boi!

Essa história viraria fácil um filme tragicômico. Sim, tem algo de tragédia, mas que não virou tragédia por pouco, mas realmente é muito engraçada!

Meus avós moravam numa cidadezinha do interior de Minas Gerais e sempre passávamos as férias de janeiro e julho com eles, por termos tias e primos da nossa idade era muito divertido o tempo com eles.

Em uma das vezes que fomos lá, estávamos voltando de um passeio com duas tias e a minha irmã pela rua de terra, sem calçada, com grandes terrenos abertos, cobertos de grama, mato e lama, pois era janeiro chuvoso de verão.

Como não passava muito carro, estávamos as quatro, uma ao lado da outra, fechando a rua, andando e cantando. Do ponto de ônibus até chegar na casa da minha vó era uma pequena caminhada, mais ou menos no escuro, porque a iluminação pública também era um pouco fraca.

De repente, escutamos uns meninos gritando com a gente:

_ Sai correndo, cuidado! Olha o boi!!!

Sim, não estávamos entendendo nada… mas realmente um boi fugido estava vindo em nossa direção e não dava tempo de pensar, só de correr…

Como estávamos de mãos dadas ( ou braços dados, não lembro direito), soltamos as mãos e saímos correndo cada uma para um lado.

Era um grande boi, com chifres e tudo!

Adivinhem para cima de quem o boi correu?

Sim! Para cima de mim!

Eu corri, corri, acabei caindo em um monte de mato lameado, sujando a minha roupinha rosa tão linda… ele me pisou, me pisou no braço.

Eu fiquei lá sem saber se ria ou chorava… mas eu fiquei quietinha.

Enfim, ele desistiu e foi embora… não me machucou.

Minhas tias e minha irmã surgiram não sei de onde e me ajudaram a levantar… Eu ria muito, não conseguia parar. Porque é muito inusitado ser atropelada por um boi, né?

Quantas pessoas nesse mundo pode dizer:

_ Oi, meu nome é _________ e fui atropelada(o)  por um boi!

Poucas e raras, não é mesmo?

Chegando em casa, contamos a história toda para os meus avós. Meu avô ficou bravo e bradou:

_ Vou dar “parte” do boi…!!!

Essa foi a cereja do bolo… Nunca ri tanto…

Tomei um banho e minha vó fez uma massagem com um aparelhinho de fisioterapia que esquentava  no meu braço.

A história foi parar no dono do boi que pediu muitas desculpas ao meu avô e prometeu que os meninos que cuidavam dos bois iam ser mais cuidadosos da próxima vez.

A experiência valeu para alertar que não se deve brincar com um boi bravo fugido.

Evitem! KKKK!

Feliz ano todo!

Renata.

Dia 01: uma história engraçada

 

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Histórias da vida – Situações acontecem…

Olá! Tudo bem com vocês?

Espero que sim.

Esses dias fiquei pensando em compartilhar uma série de textos que falem de histórias de vida com  diferentes e aleatórios sentimentos que já aconteceram com todo mundo, mas cada indivíduo encara de uma forma sua experiência.

Vou compartilhar aqui os temas e espero que gostem da série de textos que vou relembrar e tentar em palavras expressar a emoção que eu senti vivenciando cada uma destas histórias.

Espero que alguém inspire-se e também possa escrever sobre suas experiências com os mesmos temas. Se fizer isso, não esqueça de me marcar para que eu possa ler com a #situaçõesdavida. Vem comigo, não precisa escrever sobre todos, apenas os que você mais se identifica ou até mesmo colocar um tema que não listei aqui. Combinado?

No twitter e no Instagram: @papirusca

#SITUAÇÕES DA VIDA
#01 – ENGRAÇADA
#02 – TRISTE
#03 – INUSITADA
#04 – ASSUSTADORA
#05 – ROMÂNTICA
#06 – HISTÓRICA
#07 – AVENTUREIRA
#08 – INESQUECÍVEL
#09 – PARA CONTAR PARA OS NETOS
#10 – CRIANÇA DIZ CADA UMA…
#11 – #XATIADA
#12 – CONSTRANGEDORA
#13 – EXPECTATIVA X REALIDADE
#14 – EXISTE AMOR EM SÃO PAULO
#15 – REFLEXIVA

Espero que vocês possam me acompanhar por aqui!

Feliz ano todo!!

Renata

Olá! Preciso falar da Maísa… parte 2

Por Fernanda Letícia (minha linda sobrinha!)

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Fiz essa montagem remetendo a  uma ilustração do livro, como a Maísa faz o encontro dela mesma pequenininha e hoje maiorzinha!!!

“Oi pessoal, tudo bem?

Bom, meu nome é Fernanda Letícia e vou falar sobre o livro : Sinceramente Maísa.

Antes, uma pequena curiosidade: o livro da Maísa vendeu muito mais do que o Larissa Manoela. Não que o livro da Larissa seja ruim, mas o livro dela só começou a vender mais depois das críticas enquanto que a Maísa publicou o livro, no outro dia não tinha mais nas livrarias.

Agora, sobre o que fala o livro? Sobre a Maísa? Bom… não!

Não é uma autobigrafia sobre ela, mas sim o que acontece no dia a dia dela e nosso                    ( adolescentes)  .

Legal, né? Nesse livro também participamos. O livro é muito interativo.

Quem já sofreu uma friendzone ( gostar de alguém que te considera apenas amiga…) ou bulliyng ( ou pelo menos já viu acontecer) é um bom livro.

Deixando para lá os “spoilers” do livro o que eu achei dele?

Minha opinião é que ele foi muito bom, um dos melhores que eu já li, e que ajudou muito no meu dia a dia.

Quem nunca leu acho melhor ler logo, não vai ficar pra trás não viu? ”

Fofa minha sobrinha né gente?

Não aguento…!!!!

Feliz ano todo!!!!

Renata e Fernandinhatia-sobrinha