#Série: Comunicação Infantil – #Episódio 2

Olá pessoal!! Tudo bem com vocês? Espero muito que sim!!

Ontem, dia 08, foi aniversário da minha pequena guerreira valente rosa safári:

Mari 4 anos Ela fez 4 anos de pura alegria, coragem, amor, intensidade e festa!!!

Parabéns minha filhinha, mamãe te ama !!!

Mas… hoje, eu trago o episódio 2 da série sobre comunicação infantil, que foi um marco para mim, uma mini palestra que tirou uma venda dos meus olhos…rsss… resolvi ilustrar com uns exemplos do Paulinho e da Mari, pois achei muito muito importante para ficar apenas lá no papel… certo? Neste episódio a fase da criança vai dos 4  aos 7 meses!

Algumas pessoas estão gostando e comentando! Espero que vocês gostem também!!!

Abraços mil!!

Feliz ano todo!!!

Renata

 

#Série: Comunicação Infantil – #episódio 1

Oi pessoal, tudo bem com vocês?

Feliz Outubro para todos vocês!

Vou iniciar aqui uma “série” de vídeos sobre o que é comum a criança falar e ouvir de 0 a 5 anos, referente ao material que recebi no curso e resolvi ilustrar com uns vídeos do Paulinho e da Mari, nas fases citadas. Espero que seja útil para alguém!!

Este primeiro episódio dá exemplo do que um recém nascido até os 3 meses “fala” e como “ouve”.

Enjoy it!!

Feliz ano todo!!

Renata

Reunião de Pais – Educação Infantil (4/6meses – 5 anos)

Olá! Tudo bem com vocês? Espero que estejam todos bem! Primavera chegou e meu ânimo dobrou…rsss!!

Hoje trago um assunto muito importante, que é a participação dos pais na reunião de seus filhos.

Quando colocamos a criança na escola ( e hoje em dia colocamos cada vez mais cedo pois temos que trabalhar, não é mesmo?) partimos do pressuposto que estamos todos confiando no trabalho da escola e da professora que lida diretamente com a criança.

Então, quando vamos a reunião de pais na escola, temos algumas expectativas que podem ou não ser sanadas neste momento de interação.

Vou elencar aqui alguns exemplos do que podemos querer saber, como pais sobre nossos filhos, na reunião de pais:

  • Meu filho come bem na escola?
  • Interage cordialmente com os coleguinhas?
  • É interessado nas atividades lúdicas da escola?
  • É participativo nas atividades de rotina?
  • É atento nas atividades escolares que necessitem de mais atenção?
  • Está se desenvolvendo bem nas atividades físicas e motoras?
  • Sua oralidade é bem desenvolvida em relação a idade?
  • Como posso ajudar em casa/ ser parceiro da professora e da escola?

Geralmente, estas perguntas são respondidas de forma individual num documento chamado Percurso de Aprendizagem ou Relatório Individual e é entregue para que os pais apreciem o quanto a criança apreendeu dos objetivos destacados para o período de estudo, em média dois meses.

A dinâmica é assim. Os pais chegam, a professora faz um acolhimento com a leitura de um texto, depois passa para os informes gerais da escola, e no final relata um pouco do que foi o bimestre e entrega o relatório da criança para o pai. Os pais se despedem e alguns ficam para mais uma conversa individual.

Será que isso é suficiente para todos? Alguém fica com um gostinho de quero mais?

Na minha opinião, acho que apenas isso não garante atingir a todos!

A reunião formativa, principalmente na Educação Infantil faz com que o pai se recorde como é o descobrir, o aprender, os desafios, como é mesmo ser criança… e aí sim teremos um grande parceiro que fala a mesma linguagem do amor.

Formar os pais sobre os assuntos que eles tem mais dúvidas na Educação Infantil faz com que a Escola cumpra uma função importante que é a de proteger a família, informando e garantindo trocas de experiências entre essa comunidade escolar.

Por exemplo, de 0 a 3 anos, na creche, as dúvidas dos pais giram em torno de como podem fazer para que as crianças saiam das fraldas sem enfrentar grandes traumas, como tirar a chupeta, como ajudar a melhorar a comunicação da criança, como fazer com que o filho não morda ou não seja mordido…  Pois isso faz parte desse universo. É fundamental, e não são todos os pais que sabem interagir com seu filho. Como brincar com a criança? Se a Escola desenvolve esses temas na reunião teremos pais informados, alunos mais felizes… não é mesmo?

Na fase de 4 a 5 anos, as dúvidas são outras, e não menos importantes… e também podemos fazer oficinas com esses pais de atividades feitas com as crianças para que eles possam sentir a dimensão do aprender. Oficinas de matemática com jogos é um grande meio de demonstrar o que é aprender brincando e os pais ficam muito  felizes em participar.

Estas fotos foram de uma reunião formativa em matemática, onde cada mesinha ficou com um jogo e uma tabelinha de conteúdos que as crianças aprendem com os jogos e eles deveriam assinalar o que eles achavam que aprenderiam ao jogar. Foi enriquecedor!

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Além de pais, você conquista parceiros para desenvolver melhor o seu trabalho, pois a valorização acontece quando eu descubro a sua importância.

Educação Infantil é assunto sério! Concordam?

O papo giz de hoje foi reunião de pais na educação infantil. Em breve vou desenvolver um post sobre reunião de pais na Educação fundamental 1 (primeiro ao quinto ano).

Feliz ano todo!

Renata

#Conselhos sobre a comunicação infantil: #dicas para a família

Outro dia participei de uma  mini palestra sobre a oralidade infantil feita por uma fonoaudióloga convidada pela nossa coordenadora. Ela é muito experiente (27 anos de estrada…rsss) e muito apaixonada por sua profissão. Foi uma hora tão boa, tão esclarecedora, que eu vou tentar aqui compartilhar o que ela nos falou, pois assim como nos ajudou e alertou como professoras pode ajudar também famílias a observar melhor suas crianças.

Em primeiro lugar ela nos esclareceu sobre o esperado em cada fase do primeiro setênio da criança (0 aos 7 anos) quando fala e  também para ouvir. Se vocês quiserem eu coloco em outro post o esperado em cada idade.

O importante é que a criança possa se comunicar  com poucas trocas fonéticas, nomeando a maioria das coisas entre 2 e 3 anos. Na idade pré – escolar deve comunicar-se claramente.

Ela também deu várias orientações para alertarmos os pais:

  • pais conversem com seus filhos, desde o ventre! – nomeie as coisas e  os sentimentos também ( alegria, tristeza, frustração, raiva…) para que ele tenha repertório de conversação  e tenha  menos agressividade gerada por não saber o que está sentindo. Segundo ela,  algumas crianças não tem repertório de palavras porque os pais os deixam muito tempo em frente a TV e pensam que dessa forma a criança vai aprender a falar e isso não é verdade. A TV afasta as crianças da voz melodiosa da mãe. Mamães, cantem com seus filhos… inventem cançõezinhas  e historinhas com a rotina da criança.
  • Tenha um tempo para ouvir o que a criança tem a dizer sobre a escola, sobre os amigos, sobre o seu dia. Lembrando que você pode fazer perguntas mais interessantes que não terá apenas um sim ou não como resposta, ok?
  • Faça leituras constantes de histórias para a criança pois instiga a criatividade, a imaginação e aumenta o vocabulário.
  • Enquanto a criança está se desenvolvendo é normal alguns erros de fala. O importante é que respeitemos o processo não pedindo que fale devagar ou que repita o que disse.

Qualquer dúvida você deve consultar um fonoaudiólogo pois o tratamento precoce das alterações de fala, linguagem e audição podem prevenir problemas de comportamento, aprendizagem, leitura e interação social. Pois, vocês sabem, tudo começa na comunicação, não é mesmo?

Sem querer atribular ninguém, deixar as pessoas confusas, mas a partir de uma experiência próxima, observem, se a criança tem 3 anos e não se comunica com palavras ou com muito tatibitati (exemplo: professora – totetora) é um caso a ser analisado, certo?

Espero ter ajudado alguém de alguma forma. Como me esclareceu tanto e gostei tanto do que ela nos disse espero que vocês também possam observar as crianças que vocês convivem e ajudá-las a desenvolverem cada vez mais.

Vou deixar aqui um exemplo de atividade que você pode fazer com uma criança de 1 ano para explorar a nomeação das coisas:

Pegue uma caixa e coloque objetos comuns na vida da criança: boneca, carrinho, pente, escova de dentes, bola… Chame a criança e faça uma brincadeira de ir mostrando os objetos e nomeando cada um. Não peça para repetir, apenas mostre e fale o nome: _ Olha “Pedrinho” um carrinho ( fale devagar) e vai tirando um por um da caixa. Ao final, diga: _ Agora vamos guardar o carrinho, a boneca… Faça isso por 15 dias com os mesmos objetos e depois troca os objetos. Ela garante que haverá um grande avanço na fala e atenção da criança.

Acho que vou falar um pouco mais sobre a oralidade infantil , dar mais dicas e falar um pouco da minha experiência pessoal também… Se vocês tiverem perguntas deixem ai nos comentários, pois ela vai novamente na nossa escola, dessa vez falar com os pais e eu posso perguntar para ela, pois ela é muito receptiva.

Obrigada por ler até aqui… acho que o post  ficou um pouco grande.

Feliz ano todo sempre!!

Renata

 

 

 

 

#Jogo da velha: Estimulando a estratégia

O jogo da velha é um jogo de origem bem tradicional:

  A História do Jogo da Velha

O jogo da velha é um jogo e passatempo popular. É um jogo de regras extremamente simples, que não traz grandes dificuldades para seus jogadores e é facilmente aprendido.

Seu nome teria se originado na Inglaterra, quando nos finais da tarde, mulheres se reuniram para conversar e bordar. A mulheres idosas, por não terem mais condições de bordar em razão da fraqueza de suas vistas, jogavam este jogo simples, que passou a ser conhecido como o da “velha”. Porém, sua origem teria sido ainda mais antiga. Fala-se em tabuleiros escavados na rocha de templos do antigo Egito, que teriam sido feitos por escravos há 3.500 anos.

Fonte: Portal do professor

Este jogo, apesar de ser extremamente simples, na Educação Infantil (crianças entre 4-6 anos) pode ser trabalhado por podermos desenvolver alguns conteúdos que envolvem conceitos matemáticos básicos que são assimilados ludicamente através dessa brincadeira.

Como jogar:

Você precisa de um tabuleiro de nove casas:

Precisará também de dois tipos de pinos, com cinco pinos de cada tema, pelo menos. Pode ser bolinha e X, no nosso exemplo é a Mônica e o Cebolinha.

Como jogar:

Cada jogador terá uma chance e o objetivo do jogo e formar um trio de pinos (diagonal, horizontal, ou vertical).

Ao mesmo tempo que você deve criar o seu jogo para formar o trio, deve impedir o adversário de fazer o trio dele.

Isso exige da criança:

*estratégia

*concentração

*atenção ao outro

*conceito de agrupamento

*desenvolve o raciocínio lógico –  matemático

*desafio.

Se pensarmos em crianças pequenas e como elas aprendem, podemos ter certeza que estes conteúdos são primordiais para que elas possam desenvolver passos decisivos para um bom andamento em sua educação matemática.

Vou postar alguns modelos que encontrei e podem ser feitos de forma divertida, além do básico que a maioria de nós (adultos) brincou na infância, que era desenhado no papel… quem ai jogava? Sabia que você estava aprendendo tudo isso? Comenta ai!!!

tema de botões coloridos

bichinhos divertidos – ou de alguma história que você esteja trabalhando.

com materiais de reciclagem

jogos da velha ostentação

Jogo da velha fofo

Jogo da velha nerd, o céu é o limite!!

Espero que vocês tenham gostado e aproveitado as dicas! Estou trabalhando com meus alunos e quis aproveitar o embalo e postar a experiência. Meus alunos desse ano tem 4 anos. O Rian ganhou uma partida de mim… claro, que foi sorte de principiante, né pessoal…kkk!!!

Beijocas,

Feliz ano todo!!

Renata – sei perder sim.

 

 

#Dica de leitura: Família Alegria

Ficha técnica:

Título: Família Alegria
Autor: Cristina VillaÇa
Ilustração: Carla Irusta
Editora: Escrita fina
Edição: 1
Ano: 2011
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 28 páginas
ISBN: 978-85-6387-737-6
Peso: 160g
Dimensões: 210mm x 240mm

Sinopse:

Nuno e Nina moram numa casa muito bonita e cheia de gente, onde também vivem pai e mãe, avô e avó, bichos e várias outras coisas bacanas. A casa toda é como um ninho, e o livro mostra aos pequenos leitores vários tipos de casas e de ninhos mundo afora. Alguns parecidos, outros muito diferentes do espaço que acolhe a Família Alegria. Entre as ‘casas’, a toca do tatu, a areia do siri, pessoas que moram na roça, na vila, na taba e na praia. Até quem não tem onde morar. Dirigido aos pequenos leitores, este livro empreende uma viagem porta adentro de casas as mais diversas. Assim, procura estimular os pequenos a refletir sobre questões do dia a dia, presentes na construção da cidadania.

Fonte:Livraria da Folha

Fazer essa  leitura com minha turma de 4 anos na hora da roda de história a partir dessas belas palavras da autora nos fez refletir bastante… Mas ainda não terminou… Vamos ler mais vezes… Este livro faz parte do acervo da escola e apesar de ser  realmente uma leitura cheia de conteúdos interessantes para trabalharmos com as crianças (família, tipos de moradia, povos, diversidade cultural) podemos fazer a leitura de fruição, pois é uma bela história de uma família comum e feliz, como tantas outras por ai e as crianças se identificam.

A história tem um ritmo cadenciado, cantado e poético!

A melhor citação: “Toda casa é um ninho!”

Faz a gente perceber o aconchego, o carinho, que o lar e a família passam para todos! E tem também citação para quem não tem… E aí as crianças pensam e  transbordam:

_Prô, vou levar ele para minha casa!

_Coitado, cadê a mãe dele?

_ Tem que fazer uma comida para ele!

E, eu, ouvindo todas essas soluções e estratégias me vejo privilegiada por ser rodeada com tanto amor e ter a certeza que a humanidade ainda tem chances.

Beijocas,

Feliz ano todo!

Renata

 

 

Eu sou professora!

Quando iniciei a escrita do blog me encontrava em frangalhos emocionais pedagógicos…digamos assim…rs!

Muita coisa havia mudado na educação da cidade que trabalho e de uma forma diferente que estava acostumada a lidar.

Isso fez com que eu ficasse decepcionada com as ações, com experiências vivenciadas, com o que eu ouvia e com que eu via.

Então entrar aqui neste mundo wordpress me dava uma liberdade de ser eu mesma, “dizer” da forma que eu quisesse, não receber aquele olhar 43 da indignação dos que esqueceram o que é a prática,  e na ocasião não queria de forma alguma ligar esse meu paraíso com o que eu estava vivendo na prática.

Então, tudo o que eu falei aqui, vinha de experiências como mãe, esposa, curiosa, pesquisadora, menos aquilo que eu mais me preparei para fazer na vida…kkkk!!!!

Vou contar para vocês, são 21 anos de ofício! Estou dobrando o cabo da boa esperança do magistério…rsss… Tenho muita história para contar para quem quiser ouvir…rs

Vocês podem me perguntar:

_ Vale a pena passar por tanta pressão psicológica para viver em uma profissão que não é valorizada de modo algum hoje em dia?

Quantos exemplos trágicos estamos vendo na mídia…né?

E nesse espaço, quero demonstrar que estou me curando dessa decepção que vivi estes últimos tempos e procurar dialogar mostrando as pessoas queridas que pensam no magistério como um alvo, como uma meta, como uma missão de vida, que apesar dos pesares, sim vale a pena.

Então, de vez em quando vamos ter o Papo Giz, kkkk!!!

Hoje foi a introdução para contextualizar os momentos que vivi e o que estou superando no dia a dia. A minha luta foi particular e tanto meus alunos, quanto a comunidade que atendi, quanto os meus registros burocráticos foram todos honrados. Deus sabe! Deus me dando a mão e andando comigo.

Beijocas e estou muito feliz em poder compartilhar com vocês esse meu momento.

Vou colocar essa foto, porque estava tudo cinza e de repente e devagar vai tudo colorindo…

Eu, professora

Eu, professora 

Feliz ano todo!

Renata –