Profissão mamãe? Sim ou Não? Eis a questão!! – parte 1

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Olá! Tudo bem com vocês?

No post de hoje vou abordar um tema que para mim e muitas outras mulheres é muito delicado falar pois envolve entre outras coisas:

– nossa auto-estima;

-nosso lugar ao sol;

-nossas contas para pagar no fim de todo mês;

– nossa vida social.

Mas, o que mais é levado em consideração no fim de tudo isso: os nossos filhos!

Outro dia uma amiga muito querida compartilhou um texto sobre esse assunto de uma ex – executiva que levava uma vida  agitada e quase não conseguia conviver com seu filho. Hoje ela está vivendo no exterior, pediu demissão do seu super emprego e cuida em tempo integral de sua família! Sonho de consumo, não é mesmo? Ou não?!

Quando gostamos da nossa profissão, trabalhar é a realização de toda uma preparação que fizemos e que colhemos em forma de salário e realização a nossa recompensa. Concordam?

Pois bem, mas nós mulheres, por mais que hoje em dia, compartilhamos as responsabilidades com nossos maridos, cabe a nós uma grande parte da criação dos filhos.

Outro blog que sigo e retrata bem esta situação é o “Padecer na Internet” da Rita Lisauskas. Inclusive no último post que li, ela fala uma situação bem comum das mães que trabalham fora o dia todo, que é a situação de ver o filho dormindo quando chega e dormindo quando sai de casa.

Meus filhos vieram quando eu já tinha 34 anos e 37 anos respectivamente.

Já tinha toda uma experiência dentro da minha profissão, o que me garantiu viver algumas funções dentro do setor (digamos assim..).

Certo, mesmo vivendo uma fase em ascensão e tendo tido algumas oportunidades, sendo uma pessoa assalariada, com um dia a dia comum, abdiquei nesta fase do crescimento deles, continuar vivendo aquela evolução funcional.

Tenho para mim uma frase que ouvi uma certa vez, não sei quem escreveu, se alguém souber me fala ai nos comentários): “criança é um ser mágico que convive um tempo conosco e de repente desaparece” … ou seja, num abrir e piscar de olhos as crianças crescem e se tornam adultos independentes que não precisam mais dos nossos beijos, cuidados, colinhos, carinhos e cosquinhas… enquanto o nosso emprego, nosso fazer, nossa preparação, vai estar sempre conosco.

Tenho um outro exemplo fantástico para compartilhar com vocês e acho que vocês vão adorar!

Uma amiga, essa mesma que compartilhou o texto que comentei no início do post, também vivencia essa experiência de abdicar um emprego formal em função dos seus filhos. Uma ótima profissional na sua área, vivendo a plenitude da sua profissão! Ela concordou em contar aqui em forma de depoimento tudo o que essa experiência tem trazido para ela. Inclusive agora, ela tem um trabalho com artesanato que vale a pena conferir, viu? De primeira qualidade. Ela tem uma página no Facebook onde compartilha sua arte, suas histórias, seus pensamentos: Tutti Le Art. Vale a pena conferir a página e ler até o final seu depoimento.

PS: Como essa introdução ficou grande, colocarei a parte 2 com o depoimento da Andréa, amanhã, no dia do meu aniversário, ok? Prestigiem!!!

Feliz Ano Novo!!! Beijocas da Renata.

Resenha: Filhos brilhantes, alunos fascinantes – Augusto Cury

Uma colega da escola que trabalho me emprestou o livro Filhos brilhantes, alunos fascinantes do Augusto Cury, na sexta – feira passada. Como já li alguns livros dele e me identifico com o autor, principalmente por ele levar em conta que Jesus é o Mestre dos Mestres, que está acima de todas as coisas e sua Majestade é inquestionável. Portanto, vocês já devem imaginar que comecei a ler o livro no mesmo dia!

Hoje em dia, acompanhando  um pouco do pensamento do Mário Sérgio Cortela durante uma entrevista,  eu não leio tudo o que me apresentam, estou mais seletiva para a leitura, mas Augusto Cury é fundamental para não perdemos o foco do que realmente interessa, o seu “Eu”, o seu melhor, o melhor sentimento que você tem que ter por você, pelos que te querem bem, e pelos que te querem mal também!

Este livro é muito empolgante e já consegui terminar  de ler em dois dias, apesar dos meus  afazeres como mãe, professora, esposa e pessoa…certo?  A prioridade da vida é a gente que faz, não é mesmo? Tempo é uma questão de prioridades…ainda mais agora que voltamos a ganhar a nossa horinha perdida com o fim do horário de verão… porém deixando claro aqui, que eu gosto do horário de verão…

Augusto Cury divide o livro em duas partes. Na parte A ele fala sobre a excelência dos filhos e na parte B na excelência dos alunos.

Mas, você que não é professor, nem pai ou mãe, deve ler também, pois ele fala sobre o essencial ao ser humano. Queremos bons alunos, queremos bons filhos, mas os excelentes são os do nosso sonho! Como alcançar esse nível?

Através de várias histórias, contos e causos ele vai filosofando, versando, comentando e nos  fazendo ver o nosso próprio dia a dia, o nosso ambiente de trabalho, nosso lar, os nossos sonhos e desejos.

Vale cada minuto de leitura! Indico para todos! Valeu Cris (minha colega), por compartilhar esse livro comigo. Estava precisando!

Feliz ano novo! Beijocas da Renatawpid-20140216_120631.jpg