#PH #Poem a day-Dia 15: Um gênero nunca escrito

Pessoal, meu drama a cada dia cresce mais nesse desafio em que me meti…rsss…

Hoje o tema é um gênero nunca escrito antes, e na verdade, eu nunca me aprofundei em nenhum gênero, então poderia escrever em qualquer deles…certo?

Mas, estou querendo escrever uma pequena história infantil. Todos esses anos lendo, lendo, lendo, e nunca tentei escrever antes, apesar de inventar histórias para os alunos, adaptar outras para a igreja no ministério infantil, nunca parei assim, para só escrever para as crianças uma história para apreciação, certo?

Vou tentar e espero que vocês me digam o que acharam…

 

leitura

 

Menina Noca quer andar de bicicleta

Ela era uma menina, muito, muito engraçadinha.

Fazia sempre aquilo que a mãe e o pai mandavam, sempre boazinha.

Na escola, a professora elogiava:

_ Que menina sabidinha!!! Espertinha!

Os amigos também gostavam de brincar com ela, pois com todos dividia seus brinquedos e ideias de brincar!

Quanta criatividade! Ela brincava mesmo, sem parar!

Para ela tudo era uma aventura!

Na sua cabeça obedecer o pai e a mãe era uma aventura de escalada…

Ir bem na escola: atravessar o rio com jacarés…

Brincar e divertir-se com amigos, era andar de bicicleta…

Só que escalar, ela já havia escalado um grande murão no fim da rua 12, e quando caiu só ralou o joelho.

Atravessou o córrego do bairro da vó, e estava cheio de  girino… de verdade! Ainda perdeu o seu chinelo na travessia da pontinha de madeira. Mas nem chorou, não…

Agora, o seu grande sonho, era andar de bicicleta mesmo…porque o triciclo já não cabe mais as suas perninhas… uma bicicleta grande e vermelha, mas com rodinhas de apoio…

_ Pedalar… deve ser bem divertido! – pensou Noca, enquanto brincava alegremente com seus amigos, vencendo mais essa etapa do dia.

O tempo passou…

Olha! O Natal chegou!!

Seu sonho então se realizou!

Noca ganha da tia Raimundinha a tão sonhada bicicleta grande e vermelha e ainda com rodinha.

Pedala, pedala, Noca, para chegar até aquela nuvem!!!

Nos seus sonhos Menina Noca, não estava mais pedalando, mas pilotando um avião sem ferrugem!

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Feliz ano todo!!!

Renata.

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7 comentários sobre “#PH #Poem a day-Dia 15: Um gênero nunca escrito

  1. Dessa vez não é música… Me veio a cabeça um texto da Lygia Bojunga, que minha irmã me apresentou quando estava ela, ainda na faculdade de pedagogia… e o mesmo texto foi lido em sua formatura…. Devo admitir que enquanto eu lia a sua introdução fui remetida direto ao dia da formatura dela e esse texto…. Que até hoje me emociona……

    LIVRO – A troca

    Pra mim, livro é vida; desde que eu era muito pequena os livros me deram casa e comida.
    Foi assim: eu brincava de construtora, livro era tijolo; em pé, fazia parede, deitado, fazia degrau de escada; inclinado, encostava num outro e fazia telhado.
    E quando a casinha ficava pronta eu me espremia lá dentro pra brincar de morar em livro.
    De casa em casa eu fui descobrindo o mundo (de tanto olhar pras paredes). Primeiro, olhando desenhos; depois, decifrando palavras.
    Fui crescendo; e derrubei telhados com a cabeça.
    Mas fui pegando intimidade com as palavras. E quanto mais íntimas a gente ficava, menos eu ia me lembrando de consertar o telhado ou de construir novas casas. Só por causa de uma razão: o livro agora alimentava a minha imaginação.
    Todo dia a minha imaginação comia, comia e comia; e de barriga assim toda cheia, me levava pra morar no mundo inteiro: iglu, cabana, palácio, arranha-céu, era só escolher e pronto, o livro me dava.
    Foi assim que, devagarinho, me habituei com essa troca tão gostosa que – no meu jeito de ver as coisas – é a troca da própria vida; quanto mais eu buscava no livro, mais ele me dava.
    Mas, como a gente tem mania de sempre querer mais, eu cismei um dia de alargar a troca: comecei a fabricar tijolo pra – em algum lugar – uma criança juntar com outros, e levantar a casa onde ela vai morar.

    • Rê, em primeiro lugar vc me emocionou mesmo…!!! Que bom poder contribuir com uma lembrança tão importante na sua vida! E esse texto que vc apresentou realmente demonstra integralmente o ofício do professor! Quanto trabalho ainda a ser feito! Mas estamos ai na vida para um ajudar o outro… obrigada todos os dias pelo apoio! Beijos mil!!! Fiel escudeira…rs

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